quinta-feira, 31 de março de 2011

Iai? é frei de burro

Iai? O burro pára
a carroça não
e a gente não chega


sexta-feira, 25 de março de 2011

charlie chaplin

Ja perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubistituiveis e esquecer pessoas inesqueciveis. Ja fiz coisas por impulso, ja mim decepcionei quando nunca pensei mim decepcionar, mas tambem decepcionei alguem. Ja abracei pra proteger, ja dei risada quando não podia, ja fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas tambem ja fui rejeitado, fui amado e não amei. Ja gritei e pulei de tanta felicidade, ja vivi de amor e fiz juras eternas, ''quebrei a cara muitas vezes'' ! Ja chorei ouvindo musicas e vendo fotos, ja liguei so pra escutar uma voz, mim apaixonei por um sorriso, ja pemsei que fosse morrer de tanta saudades e tive medo de perder alguem especial ( e acabei perdendo)! mas vivi e ainda vivo! não passo pela vida...e vc tambem não deveria passar! viva!!!! bom mesmo é ir a luta, com determinação abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, por que o mundo pertece a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante.

quinta-feira, 24 de março de 2011

.....

"É melhor atirar-se à luta em busca de
dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer
estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que
não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses
pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por
terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida."
Aproveitar cada minuto da nossa vida é essencial, por isso se apaixonem mesmo que quebrem a cara, tentem mesmo que não dê certo...mas vai que dá ;) o importante é ser feliz e ter boas histórias pra contar...

Saudades de minha terra.

Ô meu ceará
nunca te esquecerei
embora muito distante
sempre mim lembrarei
dos muitas momentos felizes
que em tuas terras passei

Hoje muito distante
o que posso fazer é pensar
nas maravilhas de minha terra
que nem o tempo pode apagar
enquanto eu tiver vida
lembro do meu ceara.

chirlene moura

Literatura de cordel...

Literatura de cordel é um tipo de poema popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Eis uma amostra da SEPTILHA.

Septilha
Estrofe (rara) de sete versos; setena (de sete em sete). Estilo muito usado por Zé Limeira, o Poeta do Absurdo.
Eu me chamo Zé Limeira
Da Paraiba falada
Cantando nas escrituras
Saudando o pai da coaiada
A lua branca alumia
Jesus, Jose e Maria
Três anjos na farinhada.
Napoleão era um
Bom capitão de navio
Sofria de tosse braba
No tempo que era sadio,
Foi poeta e demagogo
Numa coivara de fogo
Morreu tremendo de frio.

Obra de Paulo Leminski

Esta vida de eremita é,
Às vezes, bem vazia.
Às vezes,tem visita.
Às vezes, apenas esfria.


Leite, leitura
letras, literatura,
tudo o que passa,
tudo o que dura
tudo o que duramente passa
tudo o que passageiramente dura
tudo,tudo,tudo
não passa de caricatura
de você, minha amargura
de ver que viver não tem cura.


Paulo Leminski (1944 — 1989)nasceu em Curitiba, e foi um escritor, tradutor, poeta, e professor brasileiro, e alem de tudo era um lutador de judô faixa-preta.

Leminski tornou-se reconhecido por ter inventado seu proprio jeito para escrever poesias, fazendo trocadilhos ou brincando com ditados populares. Paulo Leminski foi também professor de História e de Redação em cursos pré-vestibulares, além de professor de judô.

Leminski teve poemas e textos publicados em diversas revistas, escreveu letras de músicas com uma grande influência de MPB (Música Popular Brasileira) chegando até a fazer pareceria com Caetano Veloso.

  Inventou um jeito próprio  de escrever poesias, poemas breve e haicais.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Uma cronica de Carlos Eduardo Novaes

   Veja como a inexperiência do assaltante faz o assaltado tomar conta da situação sem nenhum esforço.

    Eu sabia que mas cedo ou mas tarde chegaria a minha vez. Existem coisa inevitaveis a um cidadão de classe media da Zona Sul do Rio de Janeiro. Uma delas é pagar imposto. A outra é ser assaltado. Até que resisti muito. Conheço historia de garotos que sofreram o primeito assalto antes da primeira comunhão.
   Vinha me preparando durante todos esses anos,com a disciplina de um maratonista,para enfrentar o primeiro assalto. O primeiro assalto é algo tão importante na vida das pessoas quanto o primeiro beijo ou o primeiro amor. Treinei duro, fazendo caras diante do espelho,decorando frases aperfeiçoando a expressão corporal. Nas reuniões socias, ouvia atentamente as narrativas dos assaltados. Ás vezes, devo dizer, ficava meio deprimido por que todas as pessoas que conheço ja tinha sido assaltadas, enquanto eu continuava circulando impunimente ha mas de 40 anos pelas ruas e vielas da cidade. Por que essa discriminação? Tenho cara de quem ganha salario mínimo?
   Enfim, aconteceuna porta da garagem do meu predio. Sempre ouvi isso nas iincontaveis historia sobre assaltos a edifícios, que os ladrões são rapazes brozeados, elegantes, terno e gravada, bem falantes e desembaraçados como vendedor de enciclopédia. Ao olhar pro meu primeiro assaltante, confesso que senti uma pontinha de frustração. Era um tipo magro abatido, com os dentes em pessímo estado e vestido como se fosse para um arraial de são joão. Ainda por cima, era gago.
   Devia ser oito e meia da noite quando cheguei com Eliane à porta da garagem. Saltei toquei a campainha e voltei ao carro, aguardando o porteiro. Foi nesse instante que ele apareceu. Uma forte emoção mim subiu pelo corpo. Tratava-se afinal de um momento ansiosamentr esperado, por muitos e muitos anos. Aproximou-se da minha janela, exibiu seu 38 e anuciou:
   _ Isso é um... é um as..ass..asss...
   _ Assalto? _ antecipei-me, nervoso com a aquele suspense.
   _ É isso aí! Vai-vai pás... sando as jô-jó...jô-jó...
   _ jô-jó? Não sei o que é..._ fiz-me de desentendido, procurando ganhar tempo até a chegada do porteiro.
   _ Você sa... sa-sa... sa-sa...
   _ Sassassaricando!?
   Lembrei-me dos meus tempos de jogar mímica.
   Ele deu o com o cano meu ombro, irritado, mas sem nenhuma autoridade. Tinha um comportamento de amador. Eu estava mais preparado para ser assaltado do que ele para assaltar. Sem duvida era  um novato no ramo. Talvez estivéssemos participando, ambos, do primeiro assalto.
   _ Quero o ouro _ disse, muito trêmulo
   _ Tudo bem. você terá... _procurei acalma-lo._ fique tranquilo.
  _ quem disse que não to tranq.. tranks... calmo?
   Quando Eliane começou a tirar as pulserinha, o porteito abriu a porta da garagem com grande estardalhaço ( a porta esta meio emperrada, raspando no chão). O assaltante meteu o revólver na cintura e partiu para cima do porteiro, empurrando-o contra a parede.
   _ Você fi...fi...fi-ficai!
   _ O porteiro sem saber do que se tratava reagiu agressivo:
   _ Fico aqui por que,pô?
   Os dois começaram a discutir na frente do meu carro. Eliane sugeriu que déssemos à marcha ré a proveitando a distração do ladrão e fossemos chamar a PM.
   _ Negativo _ respondi_ venho mim preparando há muitos anos para esse momento. Agora quero saber como vai acabar.
   _ Que loucura! quer dizer que você quer ser assaltado?
  _ Quero. Você não sabe que tenho um problema de rejeição com relação a assaltos? Se nos sairmos daqui, quem vai ser assaltado é o porteiro. Ele não vai me roubar a cena. este assalto é meu!
    _ Recuperamos a tranquilidade e volramos a conversa[...]. À nossa frente, menos de um metro, o porteiro e o assaltante continuavam num bate-boca como se discutisse a constituinte.
   _ Fi-ficaí encostado na pa-pa... pa-pa... pa-rede, que eu to mandando!
   _  Qualé, cara! _ retrucou o porteiro._ Quem é vc pra mandar em mim?
   Botei o farou alto em cima dos dois pra ver melhor a cena.
   Quando meu assaltante  revelou sua atividade, nem o porteiro acreditou. Sorriu com o conto do lábios naquela expressão de descrença. Aí, juro, o assaltante teve uma reação inesperada: Virou-se para mim e pediu minha confirmação.
   _ So- sou ou não so-sou?
   _ Pedi licença a Eliane, interrompi a conversa, botei a cabeça pra fora do carro e falei com o porteiro:
  _ É isso aí. Ele é um assaltante! ( Meu assaltante, pensei.).
   O ladão levantou  a fralda da camisa sempre desajeitado, e mostrou o ''documento'' na cintura. O porteiro mudou de cor e se jogou de costas, braços abertos contra a parede. O assaltante tornou a empunhar a arma e voltou á minha janela com uma pergunta que contando parece mentira.
  _ Onde é que nó-nó... nó nós estávamos?
  _ Bem, se não mim engano, falávamos sobre o problema da serra pelada:
  _ De... o que?
  _ Ouro! Toma logo minha pulseiras _ Disse Eliane, nervosa, querendo acabar com aquilo.
   No momento em que o assaltante ia metendo a mão pela janela, parou um fusca ao meu lado, cheio de gatões e gatinhas. buzinando para alguém no prédio. O assaltante recuou o braço, assustado com aquela persença inesperada. Assustou-se mas ainda com as cabeças que apareceram  nas janelas. Um pouco apertado entre os dois carros, fez um gesto brusco e saio correndo ladeira abaixo. Antes, ainda pude ouvi-lo reclamar: '' Pronto, estragou tudo!''. No gesto, esbarrou no espelho retrovisor e deixou cair a arma. Apanhei-a e levei-a para casa, sem saber sem saber se ficava triste ou alegre com o resultado da experiência. Meu primeiro assalto foi mas proveitoso que poderia imagina: Rendeu uma cronica e um 38. Se é que foi um assalto. Como se chama o delito penal quando a assaltado sai no lucro?

Serei pra sempre uma menina.....

   Como começar a conta uma historia de vida, onde todos os fatos relatados são verdadeiros, onde a vida de uma pessoa será contada e exposta com todos os detalhes ate mesmo os mais sórdidos.
   Será um pouco complicado principalmente sendo contada por mim, a própria, a dana da historia a pessoa que viveu cada momento deste escrito, que será responsável por expor a sua vida, onde milhões de pessoas terão acesso a tudo que eu fiz,  Será que alguém em sua plena consciência terá a paciência de ler a minha historia? Sinceramente não sei. Pois de tem duas coisas das quais ninguem sabe o que vai sair é de bolsa de mulher e cabeça de internalta. So o tempo dirá.
   Ja tenho uma idade um pouco avançada, ja vivi muito e apredi muitas coisas, ja acertei quando queria errar e errei quando o que mais queria era acerta. Já vivi amores impossivéis ( que por sinal não deram certo) ja sofre muito por alguem e ja fiz muita gente sofre por mim, mas isso são casos, que irei contar no decorrer da historia quando for conviniente.
   Não convem contar minha idade so irei te dizer que ja tenho algumas decadas, que já vivi um pouco mas que vocês e que foi muito dificio pra compreender os computadores e ainda preciso de ajuda pra muitas coisas.
   O amor é uma das principais causas dos sofrimento de minha vida. Amar quando não se é correspondido causa muitos danos a alma, sofri tanto por amor que mim tornei uma pessoas seca de sentimentos, não tenho pena, não tenho dó e muito menos empatia. Muito pelo contrario gosto de ver as pessoas sofrerem, principalmente quando procuram isso. Por que tem pessoas que procuram seu proprio sofrimento, não as condenos, por que ja fiz isso, mas as despresos por não não consegui enxerga o que esta fazendo e ate mim divirto vendo isso.

Love is...
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